
Dra. Thalita Facundo
Psiquiatra — RQE 13583
Psiquiatra da Infância e Adolescência — RQE 16358
Sobre a Dra. Thalita

Psiquiatria infantil e da adolescência com ciência, empatia e verdade
Sou médica psiquiatra da infância e adolescência, mãe, esposa e mulher. Conciliar tantos papéis nem sempre é simples, mas é justamente essa vivência que me permite compreender cada criança, adolescente e família com mais sensibilidade, escuta e empatia.
Na psiquiatria infantil encontrei meu propósito: acolher, orientar e ajudar famílias a entenderem que cuidar da saúde mental é, acima de tudo, cuidar da vida.
Entre consultas, a rotina dos filhos e meus momentos de treino, minha grande paixão, aprendo diariamente sobre equilíbrio, limites e humanidade. É isso que levo para cada atendimento.
Aqui, você encontra um espaço de cuidado, escuta qualificada e acompanhamento especializado, onde a saúde mental é tratada com responsabilidade científica e profundo respeito à singularidade de cada paciente.
Agende sua consulta e caminhe com segurança no cuidado com a mente de quem você ama.
O que faz uma psiquiatra infantil?
Entenda o que faz uma psiquiatra pediátrica/infantil, como ela avalia o desenvolvimento emocional e comportamental, orienta famílias e promove um cuidado integral para crianças e adolescentes.

01
Avalia comportamento e emoções
Entende mudanças de humor, ansiedade, impulsividade, medos, dificuldades sociais e alterações que estejam prejudicando a rotina da criança.
02
Investiga causas biológicas, emocionais e ambientais
Considera o desenvolvimento do cérebro, histórico familiar, escola, rotina, vínculos e fatores que podem estar contribuindo para o sofrimento.


03
Orienta família e define o melhor plano terapêutico
Ajuda pais e cuidadores a entenderem o que está acontecendo, ajusta rotinas, encaminha para terapias e acompanha o progresso.
04
Usa medicação apenas quando necessária
A medicação não é o primeiro passo: ela é usada de forma responsável, quando realmente ajuda a criança a ter mais bem-estar e qualidade de vida.



ENTENDENDO A CRIANÇA E O ADOLESCENTE
Entendendo alguns transtornos
Na infância e na adolescência, alguns comportamentos podem parecer apenas fases, mas também podem ser sinais de que algo precisa de atenção. Transtornos como ansiedade, TDAH, depressão infantil, alterações de humor e dificuldades emocionais impactam o desenvolvimento, a aprendizagem e as relações familiares.
Com avaliação especializada e acompanhamento adequado, é possível compreender o que está acontecendo, orientar a família e promover mais equilíbrio e qualidade de vida. Agende uma consulta e cuide da saúde mental de quem você ama com acolhimento, ciência e responsabilidade.
A psiquiatria pode ser o maior aliado do crescimento dos seus filhos!

uma dúvida muito frequente
Psiquiatra apenas vai passar medicação para o meu filho?
Não. Essa é uma preocupação muito comum e importante entre os pais. A verdade é que muitas crianças não precisam de medicação. Cada caso é avaliado com cuidado, considerando desenvolvimento, rotina, escola, emoções, comportamento e contexto familiar.
O foco não é “medicar”
Em vários atendimentos, o que o seu filho precisa é de orientação, ajustes na rotina, acompanhamento terapêutico, intervenções escolares, manejo emocional e apoio à família. A medicação só é considerada quando realmente existe indicação médica e quando ela pode trazer um benefício claro para o bem-estar e o desenvolvimento da criança.
O foco é cuidar!
Cuidar significa olhar para a criança como um todo: sua história, seu ritmo, suas emoções, suas relações familiares e escolares. Cada avaliação é feita com responsabilidade e calma, entendendo o que está por trás do comportamento e quais caminhos realmente podem ajudá-la a se desenvolver melhor. Às vezes, isso envolve ajustes na rotina, orientações para os pais, acompanhamento terapêutico ou apoio pedagógico, sem necessidade de medicamentos. Cada decisão é pensada com sensibilidade e respeito pelo que a criança sente e vive.
O que dizem nossos pacientes?
Profissional muito humana e atenciosa. Recomendo de olhos fechados.
Kelvia Meneses
Profissional maravilhosa, humana e atenciosa. Super indico ❤️
Paula Moura
Ótima experiência! Profissional acolhedora e competente.
Maria Ximenes
Dúvidas comuns
As perguntas mais comuns que recebo catalogadas, para ajudar você e sua família a se sentirem mais confortáveis para procurar a nossa equipe.
Os medicamentos psiquiátricos viciam ou deixam a pessoa “dopada”?
Não. A maioria dos medicamentos usados em psiquiatria não causa dependência. Eles são prescritos de forma personalizada, na dose certa, para tratar sintomas específicos.
Quando bem ajustados, não “dopam”, não tiram a personalidade e não deixam a pessoa “desligada”. O objetivo é justamente o contrário: devolver qualidade de vida, estabilidade emocional e bem-estar.
Quando necessário, o tratamento é sempre monitorado de perto para garantir segurança e eficácia.
A consulta é apenas com os pais ou a criança/adolescente participa?
Nos atendimentos infantis e adolescentes, ambos participam em momentos diferentes. Geralmente o encontro começa com os pais para entender a história clínica, depois a criança ou o adolescente é convidado para um momento individual.
Isso garante um diagnóstico mais completo e um ambiente onde cada um pode se expressar com tranquilidade.
Como saber se meu filho precisa de um psiquiatra?
Procura-se um psiquiatra quando há alterações persistentes de humor, comportamento, sono, atenção, ansiedade, relação social ou desempenho escolar/profissional. Se algo está atrapalhando o dia a dia, causando sofrimento ou se repetindo além do esperado, uma avaliação pode ajudar.
Em crianças, sinais como irritabilidade intensa, atrasos, dificuldades de interação ou mudanças abruptas no comportamento também são motivos importantes para buscar ajuda.
A Dra. Thalita faz relatórios e laudos?
Sim. Quando indicados, ela elabora relatórios, laudos e documentos necessários para escolas, terapias, acompanhamento multidisciplinar e outras demandas, sempre seguindo critérios técnicos e éticos.
O tratamento é individual ou inclui orientação para a família?
Inclui ambos. Em psiquiatria, especialmente infantil e adolescente, o papel da família é essencial. A abordagem envolve a criança ou adulto, mas também orientações claras à família sobre rotina, limites, estimulação, convivência e estratégias práticas para o dia a dia.
É normal ter medo de procurar um psiquiatra?
Sim, é muito comum. Existe um estigma antigo que associa psiquiatria apenas a quadros graves, mas isso não é verdade. Psiquiatra é médico do comportamento, das emoções e do desenvolvimento. Procurar ajuda é um sinal de maturidade e cuidado, nunca de fraqueza.
A consulta é um espaço seguro, acolhedor e sem julgamentos.
Diagnósticos como TDAH, TEA ou TOD podem ser feitos na consulta psiquiátrica?
Sim. O psiquiatra é o profissional habilitado para avaliar e diagnosticar transtornos do neurodesenvolvimento e do comportamento.
Em alguns casos, pode ser necessário complementar com avaliações multidisciplinares (fonoaudiologia, psicologia, pedagogia especializada), mas a análise médica é essencial para integrar todas as informações e fechar o diagnóstico com precisão.
Crianças podem passar com psiquiatra a partir de qual idade?
Crianças podem e devem ser acompanhadas por psiquiatras quando apresentam sinais de sofrimento emocional ou dificuldades no desenvolvimento.
Não existe idade mínima, o acompanhamento pode começar ainda na primeira infância, quando necessário. A abordagem é sempre lúdica, cuidadosa e adaptada à fase da criança.
Como funciona o processo de diagnóstico?
O diagnóstico é construído a partir de uma escuta detalhada, avaliação clínica, histórico familiar, desenvolvimento, comportamento atual e, quando necessário, aplicação de escalas, entrevistas e retorno de outros profissionais que já acompanham a pessoa. É um processo responsável e cuidadoso, que nunca é baseado apenas em um sintoma isolado.
Quanto tempo leva para perceber melhora no tratamento?
Isso varia conforme o quadro, a idade e o tipo de intervenção. Algumas melhoras são percebidas rápido, especialmente em questões de sono, atenção e ansiedade. Outras exigem acompanhamento mais longo. O importante é que o tratamento seja contínuo e ajustado conforme a resposta individual — sem pressa e sem comparação com outras pessoas.







